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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sem adotar, é possível se tornar referência emocional Crianças a espera de afeto e adoção em todo o País.

“Para a criança apadrinhada, é importante porque ela passa a ter uma referência afetiva, sente que alguém se importa com ela e não se vê mais como apenas mais uma na multidão”, explica a psicóloga Edna Orlando, da ONG Quintal da Casa de Ana, em Niterói, Rio de Janeiro, uma das primeiras do Brasil a colocar em prática a ideia. “Para os padrinhos, é gratificante ver como um pouco de afeto pode fazer tanta diferença na vida dos pequenos”,

Sem adotar, é possível se tornar referência emocional e proporcionar vida social fora dos abrigos para crianças. Dos milhares de crianças à espera de adoção nos abrigos de todo o País, apenas uma pequena parcela consegue nova família. A maior parte continuará nas instituições por muitos anos, até chegar à maioridade e, assim, atravessar a porta de saída solitariamente. Não faltam pessoas que se comovam com esse drama, mas quem pensa em ajudar se depara com uma questão de difícil solução: o que fazer? Para os jovens
LAÇOS Renata Piza com as três irmãs que amadrinhou. Ela virou referência para as meninas
que passam a infância e a adolescência sem referência familiar, uma contribuição em dinheiro é algo insuficiente, uma vez que sua principal carência é emocional.
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http://www.odiario.com/blogs/inforgospel/2010/12/05/criancas-a-espera-de-afeto-e-adocao-em-todo-o-pais/