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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Artigo de uma Madrinha de criança HIV+ no Rio de Janeiro

Enxergando alem do HIV

Tudo começou quando fiquei sabendo do projeto apadrinhamento afetivo e comecei a colher informações. Eu tinha muita vontade de apadrinhar uma criança. Ainda não sabia o perfil das crianças, mas queria q uma delas passasse as festas de fim de ano na minha casa.
Sempre tive vontade de adotar,mas nesse momento o pouco que eu poderia fazer era apadrinhar e fazer o natal de uma criança mais feliz.
Depois de muitas perguntas recebi um email me explicando exatamente o que era o apadrinhamento.Alguns emails depois, me foi indicado uma criança. Um menino de 9 anos, negro e HIV+.
No email me foi explicado que era apenas uma indicação, ou seja, eu não era obrigada a apadrinhar exatamente aquela criança.
Gostei de cara da idéia. Não me assustei no inicio, mas a preocupação era a reação do meu esposo.
Demorei um pouco pra contar e qndo contei ele fez aquela cara de espanto e disse: “como vamos cuidar?” Fiquei sem resposta.
E ele: “Vc acha q dá conta?”
Sei lá, acho q sim. Vou conhecer a criança pra ver .
Ele concordou.
Fui conhecer meu afilhado. Nossa q emoção!! No caminho eu tremia de tão nervosa, e ficava ensaiando o que eu ia falar. Cheguei no abrigo, conversei com a AS e nada do menino aparecer. Vi um vulto e ela disse: é ele!!............................................................Leia a continuação no Post da autora sermae28 no linK http://www.e-familynet.com/artigos/articles.php?article=2078